FLI72017: Contação de histórias anima alunos do Colégio 7 de Setembro

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Os livros “O ipê amarelo e o passarinho” e “O ovo mudo” do jornalista Demitri Túlio foram interpretados pelos professores auxiliares Diego Silveira e Ana Tamires

Texto: Paulo Victor (4º semestre – Jornalismo/UNI7)

Fotos: Lucas Mota (2º semestre – Publicidade/UNI7), Leandro Rabelo (2º semestre – Publicidade/UNI7)

Alunos do ensino fundamental do Colégio 7 de Setembro (C7S) participaram na manhã desta quinta-feira, 28, da roda de conversas com o jornalista e escritor Demitri Túlio. O evento faz parte da 2ª FLI7 – Festa Literária 7 de Setembro, que acontece na UNI7 (Centro Universitário 7 de Setembro). Com o intuito de aproximar as crianças da literatura, a sala foi decorada em forma de circo infantil. O professor Diego Silveira, do 2º ano fundamental do C7S, se caracterizou de mágico e fez uso de cavaquinho para contar histórias dos livros do escritor, além de trabalhar com a imaginação lúdica dos estudantes.

A primeira inspiração para Demitri, surgiu do avô que, desde cedo, contava narrativas de histórias, e do escritor Monteiro Lobato, no seu livro Sítio do Pica Pau Amarelo. Aos 10 anos, o jornalista começou a escrever e ilustrar um livro infantil, ‘O Castelo do Espelho Encantado’. “É um livro cheio de histórias, e com erros de português. Às vezes mostro às crianças para entenderem que isso não significa que elas não saibam escrever. Você vai aprendendo com o tempo”. Apaixonado por literatura, por livros ilustrados e pelo jornalismo, ele já publicou 9 livros infantis.

Os alunos interagiram perguntando sobre a paixão do escritor pela literatura, e o motivo para escrever o livro “O ovo mudo”, que foi inspirado no filho que era muito tímido, e tinha dificuldade de se expressar. A outra inspiração foi que o livro chegasse às escolas para debater sobre a timidez, e enxergar as diferenças existentes entre os alunos de forma natural.

Demitri enxerga na literatura uma possibilidade de narrativa, de se expressar, em forma de histórias. “Acho que o livro infantil, o livro literário, tem que entrar na sala de aula na narrativa para quebrar, às vezes, a chatice da aula. O livro infantil entra nessa outra possibilidade de narrativa, na forma de fabular”, conclui o escritor.

Conteúdo gerado pelo NPJOR/Curso de Jornalismo UNI7