Café do Belchior

Aqui, no Café do Belchior, tome um refrigerante, no seu copo, no seu colo e nesse bar, coma um cachorro-quente, venha para outras viagens, um gole de conhaque, aquele toque em teu cetim, com essa pressa de viver, viver a divina comédia humana onde nada é eterno.

Venha, de motocicleta, tomar um sorvete, na lanchonete sempre rola um som. Venha viver as coisas novas, que também são boas, pois o que há algum tempo era jovem, novo, hoje é antigo, e precisamos todos rejuvenescer.

Eu não posso deixar de dizer, meu amigo, que uma nova mudança em breve vai acontecer,
pois vejo vir vindo no vento o cheiro da nova estação.
É o novo, é o novo, é o novo, é o novo, é o novo.

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